Esta página é ilustrada com antigas capas da Editora Moraes criadas pelo artista gráfico Paulo Ferreira Leite.

No início da década de 70, numa livraria à Rua Ministro Godoy, número 1.113, três sócios atendiam aos alunos da PUC-SP: Cortez, Orozimbo (o Moraes) e Virgílio da Silva Fagá. Por iniciativa do último, e com o respaldo do segundo, foi editado um primeiro livro: Metodologia do Trabalho Científico, de Joaquim Antônio Severino. Estava criada a Editora Cortez & Moraes. Era 1975, e muitos títulos viriam ainda.

Em 1979 a Cortez & Moraes se dissolve dando origem à Cortez Editora e à Editora Moraes, esta última sob a batuta de Orozimbo e Virgílio. Ainda na Ministro Godoy, agora em prédio próprio, a Editora Moraes investiu forte na produção editorial. Contratou autores, traduziu obras, fez convênio com a British Museum e elevou o seu catálogo para mais de 100 títulos em apenas 10 anos.

Em meados de 1999, Virgílio deu impulso e sangue novos à editora. Comprou todos os direitos, títulos e estoque, extinguiu a Moraes e criou a Centauro Editora com o apoio dos filhos Almir Caparrós Fagá e Adalmir Caparrós Fagá.

Hoje, a Centauro Editora tem uma postura mais distinta. Procura disponibilizar títulos que constituam, em primeiro lugar, documentos históricos. Muitos deles, de difícil oferta no mercado livreiro e até polêmicos pela natureza de suas abordagens, caracterizam uma linha editorial séria destinada a pesquisadores e estudiosos das ciências políticas e sociais, educadores e ao púbico em geral que, de outra forma não teriam acesso a essas bases de conhecimento. Os antigos livros da Moraes, aos poucos, estão sendo reeditados com novas traduções, edições revistas, capas redesenhadas. Novos títulos estão sendo lançados. Novos investimentos têm sido feitos em literatura com autores nacionais como Garcia, Hudson, Leite (ver link "Autores" acima) e há previsão de fechar 2006 com 8 lançamentos em diversas áreas, além dos 5 já realizados este ano.

É por tudo isso que a Centauro Editora tem sempre um bom título!